Betrayal lover face
Against your pricks
I cover bed with cotton.
I lay and gloom drills
sweetie world belly bottom.
Exchange soft pound
for heavy ammount.
Facing this tumble
As one soldier I rumble
One Sum of words
the poison for metaphor
Cross over the skies
poem feeling meteor.
His imprision sentences
devores me as mace.
Conquer my curse
betrayal lover face.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Peço aos artistas e público que comecemos uma postura mais ativa quanto a série de conflitos que nos cercam.
Faixa de gaza:
Prenúncio de um genocídio,
Homicídio omitido,
Permitido, partido, sortido,
Um pacote de balas,
Doce juventude,
Perdida, partida:
Dor.
Socorram,
Uma Faixa,
Agulha, linha,
Esparadrapo,
Sangra, Sangra,
Fissura Irreparável.
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Gaza strip
Presage of genocide,
Omited homicide,
Allowed, flawed, assorted,
A candy packet,
Sweet youth,
Lost, flawed:
Pain.
Rescue,
One Strip,
Niddle, line,
Bleed, Bleed,
Irreparable fissure.
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Labels: campanhas/protestos, diário de bordo, poemas
domingo, 4 de janeiro de 2009
Quando soube que tu partiras me desesperei, outrora, segui para a pacata estação de trem.
Mirei meus olhos nos trilhos organizados pelo chão. Uni as mãos dentro de minhas pobres vestes, pois estas não me aquecem como teu corpo.
Vi a visionária do futuro encher-se de humanos e imaginei tu a entrar nela. Ao fazê-lo, lágrimas correram a minha fronte.
- 1909 !
* Refere-se a data em que o manifesto futurista foi escrito por Marinetti - 2frase do Manifesto:
"Coragem, audácia, e revolta serão elementos essenciais da nossa poesia."
Gritava a máquina a vapor e partia como sua vanguarda rumo ao infinito.
Meus olhos olhos tentaram acompanhá-la, até que esta desapareceste, tu e ela, ela e tu. Como uma amante que o acoberta de mim. Presença e ausência preenchem-me nesta sufocante batalha.
Desci aos trilhos e comecei a percorrê-los com meus passos afim de alcançar aquele emaranhado de engrenagens onde pus a vossa imagem. Mas meus olhos o perderam no infinito, no horizonte. Então questionei-me:
-Onde fica o outro lado do horizonte onde encontraria novamente o teu olhar?
Percorri e corri sob os trilhos mais uma vez. Até tropeçar e descobrir que não há outro lado do horizonte, ou melhor , meus olhos jamais poderiam alcançá-lo.
- Oh, Sublime!
Como diria Immanuel Kant, tão sublime esta extensão que passei a odiá-lo.
Enciumada, que passei a odiá-lo (o sublime), por perdê-lo para o horizonte.
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A relação do horizonte também evocará a extensão e impotência de nós humanos com a relação de sublime estabelecida por Kant.
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Asked some hlep of google translator english version - please forgive me if it overcome the nonsense, by the way I tried to arrange somethings:
When I heard that you departures despair, once, i moved to quiet train station.
I Stare the trails organized on the ground. Put my hands inside my poor clothes, because they do not heat me like your body.
I saw the visionary of the future fill up with people and wondered that you enter on it also. As soon as I did it, the tears ran my forehead.
- 1909!
* Refer year that Futurist thought's was written by Marinetti. 2nd phrase:
"Courage, audacity, and revolt will be essential elements of our poetry".
Screamed the machine and starting to steam as its leading toward infinity.
My eyes tried to follow it, until it disappears, you and her, she and you. As a lover that hides you from me. Presence and absence meet me in this battle suffocating.
Down to the rails and I started to visit them with my steps in order to achieve this tangle of gear where I put your figure. But my eyes lost it in the infinite, on the horizon.
Then asked to myself:
-Where is the other side of the horizon where I can find your eyes again?
Traveled and ran under the rails once more. Until I fell, I failed. And discovered that there is not another side of the horizon, or rather, my eyes could never reach it.
- Oh, Sublime!
As Immanuel Kant should thought, so sublime this huge extension that I became to hate it.
Jealous, now hate it (the sublime) for losing you extension, for the horizon.
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V-chan
Frase do dia: Amor , meu grande amor nao chegue na hora marcada...
Labels: Amor-amor, contos, diário de bordo, saudade prose
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
assim fiz com este blog que está com um visual menos berrante e mais aconchegante :)
Ontem fiquei um bocado triste lendo um post de jornal no D.A mais um artista tem que encerrar as suas atividades, é o segundo esta semana, a primeira figura é porque ficou desempregada e não terá mais tempo de desenhar, a segunda é pior está grávida e o pai está quilômetros e quilômetros de distância... Até amor enche barriga, aliás tudo enche barriga menos arte.
Enquanto tenho o mínimo de subsídios para continuar escrevendo, desenhando e postando, com milhares de calos nos pés e nas mãos de tanto correr e lacrar bagagens segue a retomada de
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Amor,Amor capítulo 15
Capítulo 15 – dois anos depois cá estou eu a retomar tudo isso
Dois corpos, estáticos, plácidos, dispostos na decrépita estrutura do convento.
Os olhos de Diogo mal conseguiam percorrer a tez da figura que adornava sua visão. Resplandecia. Dotada da mais cálida pureza conjugavam as curvas daquela mulher, onde mãos e moléculas degladiavam-se a cada segundo tentando dominá-la. Pêlos, cabelos, os poros, todas as estruturas delineavam-a. Levou sua mão ao encontro dela. Emanava de seu corpo uma essência, um desespero, uma força. Um grito que o consome a multidão daqueles que por muito vagam, e no fim encontram uma luz. Um turbilhão delas estava a sua frente, na figura de mulher.
Subitamente beijou-a, como se emanasse de seu corpo um desejo de liberdade, de perder-se no desconhecido. Percorria-a com braços, lábios, antes que seu sonho definhasse até sua real essência: centelhas de estrelas que compõem sua adorada figura.
Dos lábios que se tocam, emanam melodias profanas, anunciam o desejo, enquanto pernas trêmulas valseam. Esbarram num estrado singelo. O corpanzil repousa sob um colchão delgado, e pelo movimentar de seu colo dá-se o compasso de uma respiração intensa. As palavras não tem vez, o corpo é o instrumento preciso, onde a sensibilidade táctil resolve muito mais que diversos tratados. Sob um ruidoso silêncio, estavam os olhares a comunicar-se suspensos no tempo e espaço.
A jovem fita-o, seus cotovelos apoiados no leito revelam uma postura convidativa, um corpo nu o qual prepara-se a grande obra, eterno objeto de contemplação, um cânone de amor e beleza, o qual a deusa Afrodite teria desconhecido. Imaculada ninfa a qual conduzia o corpo do jovem rapaz ao encontro do seu, e assim o acomoda sob ela. Estende suas mãos afim de revelar o que escondia-se sob sua batina. Enquanto o tecido despede-se do ser masculino, ela se vê possuída por um eclipse. Uma derme branca, macia, dotada de frescor, os cabelos desajeitados cobriam uma fronte que parecia um bacante a sorrir inebriado pela fantasia.
Ele então repousa sua cabeça sob o colo macio, enquanto o olhar perde-se na brancura daquela pele, ela retribui com afagos a sua cabeça. O corpo dele parece não pesar sob o seu, na verdade a gravidade não faz efeito sob os enamorados. Ainda sim, é lamentável a ausência da força gravitacional, esta poderia tornar-se útil fundindo-os em um só corpo. O método eficaz de fusão e unicidade só ocorreu ao compasso da atração, a execução de uma sintonia, cadenciada de longos, intensos, beijos, toques, abraços. Um desabrochar até que decaem lentos, envoltos pelos encantos Hypnos, e assim adormecem, com os lábios entrelaçados.
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O roteiro é basicamente simples, relata as histórias de uma interna e um seminarista que encontram-se em um convento e começa a desenvolver uma relação, digamos, proibida.
É um trabalho que imaginava muito antes de começar a escrever, mas neste capítulo fiz o processo inverso, tentava escrever sem imaginar, por isso os diálogos são nulos.
Aliás este digamos parece tão culto e intimista, vou usá-lo mais rsrs
E cá despeço-me em minha missão
Kissus
V-chan
Frase do dia: " Definitivamente sempre tem gente procurando um palco".
Labels: Amor-amor, Ativismo, diário de bordo, Roteiro
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Mundinho intimista...
É impressionante como determinadas convenções nos meios de comunicação informal se fazem reais, hoje fui informada por uma de minhas colegas de trabalho, frase do Grande Sílvio, que a mais ou menos uma semana está terminantemente proibido o envio de e-mails em letras maíusculas na comunicação interna de trabalho, soa pouco gentil alegaram, parece que estamos gritando.
E assim fico idealizando nesta falsa idéia de que podemos nos tornar efetivamente próximos ou cordiais com pessoas que pouco conhecemos por esta nova linguagem que a internet está proporcionando. Torna-se desconcertante porque se o termo e-mail deriva da significação correio eletrônico, estamos falando de troca da correspondência pela eletrônica. E por acaso quando alguém escrevia coisas em letras garrafadas ou simplesmente com letras maiúsculas você rasgou a carta dizendo: - Que ódio ele está gritando comigo!
Particularidades de um mundo onde todos querem parecer íntimos com pouco fundamento.
A réplica de minha afirmação está na quantidade de candidatos a vereador que usual apelidos, nomes ou simplesmente a associação a sua profissão, vide. Isso em algum momento deu credibilidade a algum candidato?! Sendo positivo ou não parece uma mera expeculação este tipo de associação nomes e profissões, fica tudo muito intimista, criando uma ilusória expectativa, eu conheço as suas fraquezas e necessidade e sou próximo a sua realidade, só pela bendita associação a determinada classe trabalhadora.
Como companheiros e companheiras já virou bordão, mais que registrado de nosso presidente, cabe agora anônimos e aspirantes a vida política se associarem a profissões, normalmente de pouca especialização, normalmente desfavorecidos pelas políticas públicas, para induzir que sabe ou que conhece seu drama.
Por acaso o meu drama está em cartaz? Como cidadãos brasileiros temos sim, problemas em comum e não precisa ser o Sr Manoel da Padaria para saber e se colocar no papel do povo para o povo, eu sei do que você precisa, eu sou o tiozinho, o fulaninho, tudo em diminutivo, mais chegado. Na cultura do um pra lá, dois pra cá o povo se vira como pode fica íntimo e muitas vezes mal sabe sob quais meios e sob quais víboras soberanas que já atuam por anos na política vão ter de dialogar.
Eu conheço, eu sei do que você precisa! Mas o que eu preciso agora é do seu voto! Porque com um salário de 8 MIL REAIS MENSAIS POR 4 ANOS certamente eu sei que tudo o que mais preciso poderei comprar com um salário desses e que provavelmente vou esquecer ao longo dos 4 anos tudo o que você irá precisar...
Gostou? É porque eu preciso do seu voto!
Kissu
V-chan
Labels: campanhas/protestos, diário de bordo